O Projeto Boa Governação realizou esta segunda-feira o seu primeiro inquérito de avaliação nas comunidades beneficiárias, marcando o início de um processo destinado a medir o impacto das ações desenvolvidas e orientar futuras intervenções nas cinco cidades abrangidas pelo programa.
Segundo a equipa técnica do projeto, este primeiro inquérito servirá como linha de base para avaliar a perceção das comunidades sobre as atividades implementadas e identificar áreas que necessitam de melhorias. Em entrevista ao jornal Betegb, a Técnica de Reforço Institucional do Projeto Boa Governação, Nerida Varela Pereira, explicou a importância desta fase de avaliação.
“Está prevista a realização de três inquéritos ao longo do projeto. Este primeiro vai permitir perceber onde estamos, como as comunidades avaliam o nosso trabalho e o que precisa ser melhorado. Sem ouvir as pessoas, não há boa governação”, afirmou.
De acordo com Nerida Varela Pereira, o segundo inquérito terá como foco principal a avaliação das atividades implementadas pelas Organizações da Sociedade Civil beneficiárias de subvenções do projeto.
Em Gabú, várias dessas iniciativas já estão a ser executadas através dos Grupos de Ação Local (GAL), envolvendo ações ligadas à cidadania, transparência, participação comunitária e melhoria dos serviços públicos.
“Com o próximo inquérito vamos conseguir medir se houve mudanças reais na vida das pessoas, se os GAL estão a funcionar, se as formações estão a produzir resultados e se a voz da comunidade está a chegar às autoridades”, destacou.
A responsável apelou à participação ativa da população no processo de recolha de dados, considerando que as opiniões dos cidadãos serão fundamentais para orientar as futuras ações do projeto.
“Pedimos uma participação massiva. Este inquérito não é uma simples formalidade. É a voz da comunidade a orientar o projeto. Quanto mais pessoas responderem, melhor conseguiremos adaptar as nossas ações às necessidades reais das comunidades”, sublinhou.
Segundo a equipa técnica, os inquiridores estarão no terreno a partir desta quinta e sexta-feira, percorrendo bairros e tabancas para recolher opiniões junto de cidadãos, líderes comunitários e membros dos Grupos de Ação Local.
Para os responsáveis do Projeto Boa Governação, a avaliação contínua das atividades representa uma ferramenta essencial para garantir maior eficácia, transparência e proximidade entre as instituições e as comunidades beneficiárias.
Reportagem: Saliu Sandém
Segundo a equipa técnica do projeto, este primeiro inquérito servirá como linha de base para avaliar a perceção das comunidades sobre as atividades implementadas e identificar áreas que necessitam de melhorias. Em entrevista ao jornal Betegb, a Técnica de Reforço Institucional do Projeto Boa Governação, Nerida Varela Pereira, explicou a importância desta fase de avaliação.
“Está prevista a realização de três inquéritos ao longo do projeto. Este primeiro vai permitir perceber onde estamos, como as comunidades avaliam o nosso trabalho e o que precisa ser melhorado. Sem ouvir as pessoas, não há boa governação”, afirmou.
De acordo com Nerida Varela Pereira, o segundo inquérito terá como foco principal a avaliação das atividades implementadas pelas Organizações da Sociedade Civil beneficiárias de subvenções do projeto.
Em Gabú, várias dessas iniciativas já estão a ser executadas através dos Grupos de Ação Local (GAL), envolvendo ações ligadas à cidadania, transparência, participação comunitária e melhoria dos serviços públicos.
“Com o próximo inquérito vamos conseguir medir se houve mudanças reais na vida das pessoas, se os GAL estão a funcionar, se as formações estão a produzir resultados e se a voz da comunidade está a chegar às autoridades”, destacou.
A responsável apelou à participação ativa da população no processo de recolha de dados, considerando que as opiniões dos cidadãos serão fundamentais para orientar as futuras ações do projeto.
“Pedimos uma participação massiva. Este inquérito não é uma simples formalidade. É a voz da comunidade a orientar o projeto. Quanto mais pessoas responderem, melhor conseguiremos adaptar as nossas ações às necessidades reais das comunidades”, sublinhou.
Segundo a equipa técnica, os inquiridores estarão no terreno a partir desta quinta e sexta-feira, percorrendo bairros e tabancas para recolher opiniões junto de cidadãos, líderes comunitários e membros dos Grupos de Ação Local.
Para os responsáveis do Projeto Boa Governação, a avaliação contínua das atividades representa uma ferramenta essencial para garantir maior eficácia, transparência e proximidade entre as instituições e as comunidades beneficiárias.
Reportagem: Saliu Sandém

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