Ex-emir governou o Qatar entre 1995 e 2013, promoveu profundas reformas económicas e diplomáticas e entregou o poder ao atual emir, Sheikh Tamim bin Hamad Al Thani.
O antigo emir do Qatar, Sheikh Hamad bin Khalifa Al Thani, morreu no domingo, 12 de julho, aos 74 anos, anunciou o Amiri Diwan, gabinete administrativo oficial do Estado do Qatar. Num comunicado, a instituição manifestou pesar pelo falecimento do antigo chefe de Estado, descrevendo-o como um dos grandes líderes da nação.
Até ao momento, a causa da morte não foi divulgada pelas autoridades qatari.
Na sequência do anúncio, o Governo decretou quatro dias de luto nacional, determinando a suspensão das atividades nas instituições públicas e o hastear das bandeiras a meia haste em todo o país. As cerimónias fúnebres realizaram-se em Doha e contaram com a presença de familiares, altas figuras do Estado e representantes da comunidade diplomática internacional.
Sheikh Hamad bin Khalifa Al Thani governou o Qatar entre 1995 e 2013, período durante o qual liderou um amplo processo de modernização económica, social e institucional que transformou o país numa das economias mais influentes do Médio Oriente.
Sob a sua liderança, o Qatar consolidou-se como um importante centro de investimento internacional, reforçou o seu papel diplomático em diversas crises regionais e ampliou a sua presença nos setores da energia, finanças, desporto e comunicação. Em 2013, Sheikh Hamad abdicou voluntariamente do cargo em favor do seu filho, Sheikh Tamim bin Hamad Al Thani, atual emir do Qatar, numa transição de poder considerada inédita na história recente do país.
Nascido em Doha, em 1952, Sheikh Hamad frequentou o Royal Military College de Sandhurst, no Reino Unido, antes de iniciar a carreira nas Forças Armadas do Qatar. Posteriormente assumiu o cargo de ministro da Defesa e foi designado herdeiro do trono no final da década de 1970.
A morte do antigo emir marca o fim de uma das figuras mais influentes da história contemporânea do Qatar, reconhecido internacionalmente pelo papel desempenhado na transformação do país num protagonista da política e da economia global.
JornalBetegb
O antigo emir do Qatar, Sheikh Hamad bin Khalifa Al Thani, morreu no domingo, 12 de julho, aos 74 anos, anunciou o Amiri Diwan, gabinete administrativo oficial do Estado do Qatar. Num comunicado, a instituição manifestou pesar pelo falecimento do antigo chefe de Estado, descrevendo-o como um dos grandes líderes da nação.
Até ao momento, a causa da morte não foi divulgada pelas autoridades qatari.
Na sequência do anúncio, o Governo decretou quatro dias de luto nacional, determinando a suspensão das atividades nas instituições públicas e o hastear das bandeiras a meia haste em todo o país. As cerimónias fúnebres realizaram-se em Doha e contaram com a presença de familiares, altas figuras do Estado e representantes da comunidade diplomática internacional.
Sheikh Hamad bin Khalifa Al Thani governou o Qatar entre 1995 e 2013, período durante o qual liderou um amplo processo de modernização económica, social e institucional que transformou o país numa das economias mais influentes do Médio Oriente.
Sob a sua liderança, o Qatar consolidou-se como um importante centro de investimento internacional, reforçou o seu papel diplomático em diversas crises regionais e ampliou a sua presença nos setores da energia, finanças, desporto e comunicação. Em 2013, Sheikh Hamad abdicou voluntariamente do cargo em favor do seu filho, Sheikh Tamim bin Hamad Al Thani, atual emir do Qatar, numa transição de poder considerada inédita na história recente do país.
Nascido em Doha, em 1952, Sheikh Hamad frequentou o Royal Military College de Sandhurst, no Reino Unido, antes de iniciar a carreira nas Forças Armadas do Qatar. Posteriormente assumiu o cargo de ministro da Defesa e foi designado herdeiro do trono no final da década de 1970.
A morte do antigo emir marca o fim de uma das figuras mais influentes da história contemporânea do Qatar, reconhecido internacionalmente pelo papel desempenhado na transformação do país num protagonista da política e da economia global.
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