A interrupção, que dura há quase um mês, está a afetar passageiros, comerciantes e operadores de transporte, com relatos de pessoas obrigadas a percorrer vários quilómetros a pé.
Uma disputa relacionada com taxas alfandegárias está a manter parcialmente interrompida, há quase um mês, a circulação de transportes públicos e comerciais entre a Guiné-Bissau e o Senegal, criando dificuldades para passageiros e comerciantes que utilizam diariamente a fronteira entre os dois países. Segundo informações divulgadas pelo jornal O Democrata, a situação afeta particularmente a ligação entre Djegue, na Guiné-Bissau, e Mpack, no Senegal, onde passageiros estão a ser obrigados a percorrer vários quilómetros a pé devido à suspensão dos serviços de transporte.
O impasse estará relacionado com divergências sobre as taxas aduaneiras aplicadas aos operadores de transporte que asseguram a ligação transfronteiriça. A paralisação tem condicionado a circulação de pessoas e mercadorias e provocado constrangimentos a comerciantes e empresas que dependem do movimento diário entre os dois países.
Correspondentes de O Democrata deslocaram-se à região fronteiriça e registaram no local as dificuldades enfrentadas pelos passageiros e pelos operadores de transporte, num momento em que a falta de entendimento continua a afetar a mobilidade na zona.
A prolongar-se o impasse, aumenta a pressão sobre as autoridades da Guiné-Bissau e do Senegal para encontrarem uma solução que permita restabelecer a circulação regular e reduzir os impactos económicos e sociais provocados pela interrupção, sobretudo entre as comunidades fronteiriças que dependem do comércio e dos transportes entre os dois países.
JornalBetegb
Uma disputa relacionada com taxas alfandegárias está a manter parcialmente interrompida, há quase um mês, a circulação de transportes públicos e comerciais entre a Guiné-Bissau e o Senegal, criando dificuldades para passageiros e comerciantes que utilizam diariamente a fronteira entre os dois países. Segundo informações divulgadas pelo jornal O Democrata, a situação afeta particularmente a ligação entre Djegue, na Guiné-Bissau, e Mpack, no Senegal, onde passageiros estão a ser obrigados a percorrer vários quilómetros a pé devido à suspensão dos serviços de transporte.
O impasse estará relacionado com divergências sobre as taxas aduaneiras aplicadas aos operadores de transporte que asseguram a ligação transfronteiriça. A paralisação tem condicionado a circulação de pessoas e mercadorias e provocado constrangimentos a comerciantes e empresas que dependem do movimento diário entre os dois países.
Correspondentes de O Democrata deslocaram-se à região fronteiriça e registaram no local as dificuldades enfrentadas pelos passageiros e pelos operadores de transporte, num momento em que a falta de entendimento continua a afetar a mobilidade na zona.
A prolongar-se o impasse, aumenta a pressão sobre as autoridades da Guiné-Bissau e do Senegal para encontrarem uma solução que permita restabelecer a circulação regular e reduzir os impactos económicos e sociais provocados pela interrupção, sobretudo entre as comunidades fronteiriças que dependem do comércio e dos transportes entre os dois países.
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