Autoridades nigerianas classificam a libertação das vítimas como um avanço no combate aos sequestros e reiteram a política de não negociar com grupos criminosos.
O Governo do Estado de Oyo confirmou a libertação dos alunos e professores sequestrados durante um ataque a três escolas na área de governo local de Oriire, assegurando que nenhum resgate foi pago aos sequestradores. As autoridades afirmam que a operação representa um importante resultado na estratégia de combate ao crime organizado e aos sequestros no país. Em comunicado oficial, a administração do governador Seyi Makinde agradeceu ao Presidente da Nigéria, Bola Tinubu, bem como às forças de segurança envolvidas na operação que permitiu o regresso das vítimas após cerca de oito semanas em cativeiro.
O comissário estadual da Informação, Dotun Oyelade, afirmou que a decisão de não negociar financeiramente com os sequestradores demonstra o compromisso do governo em enfrentar a criminalidade sem fortalecer grupos armados.
Segundo o responsável, o pagamento de resgates apenas alimentaria novas ações criminosas e incentivaria o crescimento das redes de sequestro que atuam em diferentes regiões da Nigéria.
O sequestro ocorreu em 15 de maio de 2026, quando homens armados invadiram três estabelecimentos de ensino nas comunidades de Esiele e Yawota, na área de governo local de Oriire.
Durante o ataque, foram raptados 39 alunos, sete professores e um diretor escolar. O episódio provocou forte preocupação entre a população e levou as autoridades a reforçarem as operações de busca e localização das vítimas.
As investigações apontam ainda que dois professores perderam a vida durante o período do sequestro. Joel Adesiyan morreu alegadamente ao tentar escapar dos sequestradores, enquanto Michael Oyedokun terá falecido durante o cativeiro.
Após recuperarem a liberdade, algumas das vítimas agradeceram publicamente ao Presidente Bola Tinubu e às forças de segurança pelos esforços desenvolvidos para garantir o resgate.
Num vídeo divulgado pelas autoridades nigerianas, uma das vítimas manifestou reconhecimento pela atuação das equipas de segurança, afirmando que a operação foi determinante para salvar as vidas dos sequestrados.
O caso provocou igualmente uma reação do Sindicato Nacional dos Professores da Nigéria (NUT) no Estado de Oyo, que chegou a convocar uma greve para exigir medidas mais eficazes de proteção das escolas e dos profissionais da educação.
O Governo do Estado de Oyo confirmou a libertação dos alunos e professores sequestrados durante um ataque a três escolas na área de governo local de Oriire, assegurando que nenhum resgate foi pago aos sequestradores. As autoridades afirmam que a operação representa um importante resultado na estratégia de combate ao crime organizado e aos sequestros no país. Em comunicado oficial, a administração do governador Seyi Makinde agradeceu ao Presidente da Nigéria, Bola Tinubu, bem como às forças de segurança envolvidas na operação que permitiu o regresso das vítimas após cerca de oito semanas em cativeiro.
O comissário estadual da Informação, Dotun Oyelade, afirmou que a decisão de não negociar financeiramente com os sequestradores demonstra o compromisso do governo em enfrentar a criminalidade sem fortalecer grupos armados.
Segundo o responsável, o pagamento de resgates apenas alimentaria novas ações criminosas e incentivaria o crescimento das redes de sequestro que atuam em diferentes regiões da Nigéria.
O sequestro ocorreu em 15 de maio de 2026, quando homens armados invadiram três estabelecimentos de ensino nas comunidades de Esiele e Yawota, na área de governo local de Oriire.
Durante o ataque, foram raptados 39 alunos, sete professores e um diretor escolar. O episódio provocou forte preocupação entre a população e levou as autoridades a reforçarem as operações de busca e localização das vítimas.
As investigações apontam ainda que dois professores perderam a vida durante o período do sequestro. Joel Adesiyan morreu alegadamente ao tentar escapar dos sequestradores, enquanto Michael Oyedokun terá falecido durante o cativeiro.
Após recuperarem a liberdade, algumas das vítimas agradeceram publicamente ao Presidente Bola Tinubu e às forças de segurança pelos esforços desenvolvidos para garantir o resgate.
Num vídeo divulgado pelas autoridades nigerianas, uma das vítimas manifestou reconhecimento pela atuação das equipas de segurança, afirmando que a operação foi determinante para salvar as vidas dos sequestrados.
O caso provocou igualmente uma reação do Sindicato Nacional dos Professores da Nigéria (NUT) no Estado de Oyo, que chegou a convocar uma greve para exigir medidas mais eficazes de proteção das escolas e dos profissionais da educação.

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