Instituto Nacional de Saúde Pública confirma infeção em um jovem de 27 anos e reforça medidas de vigilância epidemiológica para evitar a propagação da doença.
Bissau, 5 de julho de 2026
A Guiné-Bissau confirmou oficialmente o primeiro caso de Mpox (anteriormente conhecida como varíola dos macacos), levando as autoridades de saúde a reforçarem as medidas de vigilância epidemiológica e de prevenção em todo o território nacional. A confirmação foi anunciada neste sábado pelo Instituto Nacional de Saúde Pública (INSA), após a realização de exames laboratoriais no Laboratório Nacional de Saúde Pública. O paciente é um jovem de 27 anos, cuja identidade não foi divulgada, em cumprimento das normas de confidencialidade médica.
Em declarações à imprensa, a gestora do incidente de Mpox na Guiné-Bissau, Sidónia Vieira, explicou que este é o primeiro caso confirmado da doença no país. Segundo a responsável, o caso encontrava-se sob investigação até que os resultados laboratoriais confirmassem a presença do vírus.
Sidónia Vieira recordou que, em 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a Mpox uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, devido ao aumento da transmissão da doença em vários países. De acordo com a responsável, essa decisão reforçou a necessidade de manter sistemas eficazes de vigilância, deteção precoce e resposta rápida perante casos suspeitos.
As autoridades sanitárias garantem que estão a acompanhar a situação de perto e apelam à população para manter a calma, seguir as recomendações dos profissionais de saúde e procurar imediatamente uma unidade sanitária em caso de sintomas suspeitos.
O Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Saúde Pública deverão continuar a monitorizar a evolução do caso e intensificar as ações de sensibilização, vigilância e controlo para reduzir o risco de propagação da doença no país.
A confirmação do primeiro caso coloca a Guiné-Bissau entre os países que reforçam as medidas de preparação e resposta face ao Mpox, doença viral que pode ser transmitida por contacto próximo com pessoas infetadas ou materiais contaminados.
Por: Suncar Rodrigues
Bissau, 5 de julho de 2026
A Guiné-Bissau confirmou oficialmente o primeiro caso de Mpox (anteriormente conhecida como varíola dos macacos), levando as autoridades de saúde a reforçarem as medidas de vigilância epidemiológica e de prevenção em todo o território nacional. A confirmação foi anunciada neste sábado pelo Instituto Nacional de Saúde Pública (INSA), após a realização de exames laboratoriais no Laboratório Nacional de Saúde Pública. O paciente é um jovem de 27 anos, cuja identidade não foi divulgada, em cumprimento das normas de confidencialidade médica.
Em declarações à imprensa, a gestora do incidente de Mpox na Guiné-Bissau, Sidónia Vieira, explicou que este é o primeiro caso confirmado da doença no país. Segundo a responsável, o caso encontrava-se sob investigação até que os resultados laboratoriais confirmassem a presença do vírus.
Sidónia Vieira recordou que, em 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a Mpox uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, devido ao aumento da transmissão da doença em vários países. De acordo com a responsável, essa decisão reforçou a necessidade de manter sistemas eficazes de vigilância, deteção precoce e resposta rápida perante casos suspeitos.
As autoridades sanitárias garantem que estão a acompanhar a situação de perto e apelam à população para manter a calma, seguir as recomendações dos profissionais de saúde e procurar imediatamente uma unidade sanitária em caso de sintomas suspeitos.
O Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Saúde Pública deverão continuar a monitorizar a evolução do caso e intensificar as ações de sensibilização, vigilância e controlo para reduzir o risco de propagação da doença no país.
A confirmação do primeiro caso coloca a Guiné-Bissau entre os países que reforçam as medidas de preparação e resposta face ao Mpox, doença viral que pode ser transmitida por contacto próximo com pessoas infetadas ou materiais contaminados.
Por: Suncar Rodrigues

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