Decisão judicial relaciona-se com o assassinato de um governador regional e outros alegados crimes cometidos durante o conflito armado no Sudão.
Porto Sudão, 13 de julho de 2026
Um tribunal especializado em terrorismo no Sudão condenou à pena de morte, à revelia, Mohamed Hamdan Dagalo, conhecido como Hemetti, comandante das Forças de Apoio Rápido (RSF), por crimes relacionados com o conflito armado que assola o país. Além de Hemetti, o tribunal condenou também os seus dois irmãos e outras 13 pessoas, todos considerados culpados por envolvimento no assassinato de um governador regional e por alegados crimes de guerra e outras violações graves cometidas durante o conflito.
A sentença foi anunciada no domingo, em Porto Sudão, cidade que atualmente serve como sede administrativa do Governo sudanês.
Segundo informações divulgadas pelas autoridades judiciais, os arguidos foram julgados à revelia, uma vez que não se encontravam sob custódia no momento do julgamento. As acusações incluem homicídio, participação em atos classificados como terrorismo e responsabilidade por alegadas atrocidades praticadas durante os confrontos entre as Forças Armadas Sudanesas e as Forças de Apoio Rápido.
O conflito, iniciado em abril de 2023, provocou uma das mais graves crises humanitárias da atualidade, causando milhares de mortes, milhões de deslocados e a destruição de infraestruturas em diversas regiões do país. O conflito continua a mobilizar a atenção da comunidade internacional, enquanto organizações humanitárias e diplomáticas apelam ao fim das hostilidades e ao reforço dos esforços para alcançar uma solução política para a crise.
Porto Sudão, 13 de julho de 2026
Um tribunal especializado em terrorismo no Sudão condenou à pena de morte, à revelia, Mohamed Hamdan Dagalo, conhecido como Hemetti, comandante das Forças de Apoio Rápido (RSF), por crimes relacionados com o conflito armado que assola o país. Além de Hemetti, o tribunal condenou também os seus dois irmãos e outras 13 pessoas, todos considerados culpados por envolvimento no assassinato de um governador regional e por alegados crimes de guerra e outras violações graves cometidas durante o conflito.
A sentença foi anunciada no domingo, em Porto Sudão, cidade que atualmente serve como sede administrativa do Governo sudanês.
Segundo informações divulgadas pelas autoridades judiciais, os arguidos foram julgados à revelia, uma vez que não se encontravam sob custódia no momento do julgamento. As acusações incluem homicídio, participação em atos classificados como terrorismo e responsabilidade por alegadas atrocidades praticadas durante os confrontos entre as Forças Armadas Sudanesas e as Forças de Apoio Rápido.
O conflito, iniciado em abril de 2023, provocou uma das mais graves crises humanitárias da atualidade, causando milhares de mortes, milhões de deslocados e a destruição de infraestruturas em diversas regiões do país. O conflito continua a mobilizar a atenção da comunidade internacional, enquanto organizações humanitárias e diplomáticas apelam ao fim das hostilidades e ao reforço dos esforços para alcançar uma solução política para a crise.



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