Agentes do 4.º Recenseamento Geral da População e Habitação afirmam que o Instituto Nacional de Estatística não cumpriu o calendário de pagamento previsto no contrato e exigem esclarecimentos.
Bissau, 1 de julho de 2026
Os agentes recenseadores do 4.º Recenseamento Geral da População e Habitação (RGPH4) manifestaram esta quarta-feira o seu descontentamento pelo alegado atraso no pagamento da segunda parcela da remuneração prevista no contrato celebrado com o Instituto Nacional de Estatística (INE). As preocupações foram transmitidas aos microfones da TV BETEGB por Equitânia e outros agentes recenseadores, que afirmam que o pagamento deveria ter sido efetuado entre segunda e terça-feira, o que, segundo dizem, ainda não aconteceu.
De acordo com os recenseadores, o contrato assinado estabelecia que a primeira parcela seria paga antes do início dos trabalhos de campo e que a segunda e última parcela seria liquidada após a conclusão das atividades de recenseamento.
Segundo Equitânia, apesar de já terem concluído o trabalho para o qual foram contratados, o pagamento da segunda parcela continua por efetuar, situação que tem gerado preocupação entre os profissionais envolvidos no processo.
Face ao atraso, os recenseadores anunciaram a realização de uma vigília nesta sexta-feira dia 03 de Julho em frente às instalações do Instituto Nacional de Estatística, com o objetivo de solicitar esclarecimentos sobre o não pagamento da segunda parcela.
Até ao momento, o Instituto Nacional de Estatística (INE) ainda não reagiu publicamente às preocupações manifestadas pelos agentes.
Por: Marta Guiné
Bissau, 1 de julho de 2026
Os agentes recenseadores do 4.º Recenseamento Geral da População e Habitação (RGPH4) manifestaram esta quarta-feira o seu descontentamento pelo alegado atraso no pagamento da segunda parcela da remuneração prevista no contrato celebrado com o Instituto Nacional de Estatística (INE). As preocupações foram transmitidas aos microfones da TV BETEGB por Equitânia e outros agentes recenseadores, que afirmam que o pagamento deveria ter sido efetuado entre segunda e terça-feira, o que, segundo dizem, ainda não aconteceu.
De acordo com os recenseadores, o contrato assinado estabelecia que a primeira parcela seria paga antes do início dos trabalhos de campo e que a segunda e última parcela seria liquidada após a conclusão das atividades de recenseamento.
Segundo Equitânia, apesar de já terem concluído o trabalho para o qual foram contratados, o pagamento da segunda parcela continua por efetuar, situação que tem gerado preocupação entre os profissionais envolvidos no processo.
Face ao atraso, os recenseadores anunciaram a realização de uma vigília nesta sexta-feira dia 03 de Julho em frente às instalações do Instituto Nacional de Estatística, com o objetivo de solicitar esclarecimentos sobre o não pagamento da segunda parcela.
Até ao momento, o Instituto Nacional de Estatística (INE) ainda não reagiu publicamente às preocupações manifestadas pelos agentes.
Por: Marta Guiné

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