Nurul Dine afirma que a comunidade vive sem rede móvel, escola, água potável e estradas, apelando à intervenção imediata das autoridades.
Canjufa, 30 de junho de 2026
O chefe da tabanca de Sama Djau, na secção de Canjufa, denunciou o que considera ser um abandono total da localidade por parte do Estado, apontando a falta de serviços básicos como um dos principais entraves ao desenvolvimento da comunidade. Em entrevista exclusiva à TV BETEGB, Nurul Dine afirmou que os moradores enfrentam diariamente inúmeras dificuldades devido à inexistência de infraestruturas essenciais, situação que, segundo disse, tem agravado as condições de vida da população.
De acordo com o líder comunitário, a tabanca continua sem cobertura das duas operadoras de telecomunicações que operam no país, dificultando a comunicação entre os habitantes e o acesso a serviços de emergência.
Além da ausência de rede móvel, Nurul Dine denunciou a inexistência de uma escola para as crianças da comunidade, a falta de acesso à água potável e o mau estado das vias de acesso, que se tornam ainda mais difíceis de utilizar durante a época das chuvas.
"O nosso povo vive praticamente esquecido. Não temos rede de telefone, não temos escola para as nossas crianças, não temos água potável e as estradas estão em condições muito difíceis. Precisamos da atenção das autoridades", declarou.
O chefe da tabanca apelou ao Governo e aos parceiros de desenvolvimento para que intervenham com urgência, garantindo melhores condições de vida para os habitantes de Sama Djau.
Segundo o responsável, o investimento em infraestruturas básicas permitirá melhorar o acesso à educação, aos cuidados de saúde, à comunicação e à mobilidade, contribuindo para o desenvolvimento da comunidade.
A população espera agora que as autoridades competentes atendam ao apelo e promovam ações concretas para responder às necessidades identificadas.
Redação: TV BETEGB / Saliu Sandém
Canjufa, 30 de junho de 2026
O chefe da tabanca de Sama Djau, na secção de Canjufa, denunciou o que considera ser um abandono total da localidade por parte do Estado, apontando a falta de serviços básicos como um dos principais entraves ao desenvolvimento da comunidade. Em entrevista exclusiva à TV BETEGB, Nurul Dine afirmou que os moradores enfrentam diariamente inúmeras dificuldades devido à inexistência de infraestruturas essenciais, situação que, segundo disse, tem agravado as condições de vida da população.
De acordo com o líder comunitário, a tabanca continua sem cobertura das duas operadoras de telecomunicações que operam no país, dificultando a comunicação entre os habitantes e o acesso a serviços de emergência.
Além da ausência de rede móvel, Nurul Dine denunciou a inexistência de uma escola para as crianças da comunidade, a falta de acesso à água potável e o mau estado das vias de acesso, que se tornam ainda mais difíceis de utilizar durante a época das chuvas.
"O nosso povo vive praticamente esquecido. Não temos rede de telefone, não temos escola para as nossas crianças, não temos água potável e as estradas estão em condições muito difíceis. Precisamos da atenção das autoridades", declarou.
O chefe da tabanca apelou ao Governo e aos parceiros de desenvolvimento para que intervenham com urgência, garantindo melhores condições de vida para os habitantes de Sama Djau.
Segundo o responsável, o investimento em infraestruturas básicas permitirá melhorar o acesso à educação, aos cuidados de saúde, à comunicação e à mobilidade, contribuindo para o desenvolvimento da comunidade.
A população espera agora que as autoridades competentes atendam ao apelo e promovam ações concretas para responder às necessidades identificadas.
Redação: TV BETEGB / Saliu Sandém

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