Artista afirma que a colaboração com a dupla no projeto "Mandjuandadi Vol. 1" foi realizada de forma transparente, mediante contrato e remuneração, rejeitando as acusações de utilização indevida das obras musicais.
Bissau, 30 de junho de 2026
O cantor guineense Patché di Rima reagiu publicamente às declarações feitas pela dupla Iva e Iche, que o acusou de utilizar e interpretar as suas obras musicais sem autorização. Numa publicação divulgada na sua página oficial no Facebook, o artista rejeitou as acusações e defendeu que toda a colaboração entre as partes decorreu de forma legal e profissional. No comunicado, Patché di Rima explicou que o projeto "Mandjuandadi Vol. 1", lançado em 2021, nasceu da sua visão artística de valorizar e preservar o património musical e cultural da Guiné-Bissau.
Segundo o músico, antes do desenvolvimento do projeto procurou pessoalmente a dupla Iva e Iche para lhes apresentar a proposta de trabalho, convidando-os a participar na coprodução da obra, sobretudo na componente dos instrumentos tradicionais, considerados essenciais para a identidade musical do projeto.
Patché afirma que a colaboração foi estabelecida em bases estritamente profissionais e que os dois artistas foram formalmente contratados e remunerados pelos serviços prestados durante a produção.
"Os artistas em causa foram devidamente contratados e remunerados pelo serviço de coprodução que prestaram ao projeto. Não houve, da minha parte, qualquer falha ou desrespeito contratual ou ético", escreveu. Relativamente às recentes declarações tornadas públicas por Iva, o cantor disse ter recebido as acusações com surpresa e lamentou que o assunto tenha sido levado às redes sociais.
"Tomei conhecimento de alegações infundadas através das redes sociais. Foi, para mim, uma surpresa e uma profunda desilusão. Reitero que as acusações proferidas pelo artista Iva não correspondem à verdade e não têm qualquer fundamento factual", declarou.
Patché di Rima acrescentou que a sua carreira sempre foi construída com base no respeito, na ética profissional e na valorização da cultura guineense, rejeitando qualquer tentativa de colocar em causa a sua reputação.
"A minha carreira e o meu trabalho na música sempre foram pautados pelo respeito mútuo, pela ética e pelo profissionalismo. Não permitirei que o meu bom nome seja manchado por inverdades criadas para fins que desconheço", afirmou.
O artista aproveitou ainda para agradecer o apoio dos fãs e de todos aqueles que acompanham o seu percurso artístico, reafirmando que continuará dedicado à promoção da música e da cultura nacional. "A música, para mim, é um veículo de união e cultura, e manterei o meu foco em continuar a servir o público com a verdade e a dedicação de sempre", concluiu.
As declarações de Patché di Rima surgem depois de a dupla Iva e Iche, uma das mais emblemáticas formações da música guineense, ter manifestado publicamente a sua indignação, acusando o cantor de utilizar e interpretar obras do seu repertório sem autorização e apelando para que deixe de utilizar as suas composições.
Até ao momento, não há informação sobre qualquer processo judicial relacionado com o diferendo, permanecendo o caso restrito às posições públicas assumidas pelas duas partes.
JornalBetegb
Bissau, 30 de junho de 2026
O cantor guineense Patché di Rima reagiu publicamente às declarações feitas pela dupla Iva e Iche, que o acusou de utilizar e interpretar as suas obras musicais sem autorização. Numa publicação divulgada na sua página oficial no Facebook, o artista rejeitou as acusações e defendeu que toda a colaboração entre as partes decorreu de forma legal e profissional. No comunicado, Patché di Rima explicou que o projeto "Mandjuandadi Vol. 1", lançado em 2021, nasceu da sua visão artística de valorizar e preservar o património musical e cultural da Guiné-Bissau.
Segundo o músico, antes do desenvolvimento do projeto procurou pessoalmente a dupla Iva e Iche para lhes apresentar a proposta de trabalho, convidando-os a participar na coprodução da obra, sobretudo na componente dos instrumentos tradicionais, considerados essenciais para a identidade musical do projeto.
Patché afirma que a colaboração foi estabelecida em bases estritamente profissionais e que os dois artistas foram formalmente contratados e remunerados pelos serviços prestados durante a produção.
"Os artistas em causa foram devidamente contratados e remunerados pelo serviço de coprodução que prestaram ao projeto. Não houve, da minha parte, qualquer falha ou desrespeito contratual ou ético", escreveu. Relativamente às recentes declarações tornadas públicas por Iva, o cantor disse ter recebido as acusações com surpresa e lamentou que o assunto tenha sido levado às redes sociais.
"Tomei conhecimento de alegações infundadas através das redes sociais. Foi, para mim, uma surpresa e uma profunda desilusão. Reitero que as acusações proferidas pelo artista Iva não correspondem à verdade e não têm qualquer fundamento factual", declarou.
Patché di Rima acrescentou que a sua carreira sempre foi construída com base no respeito, na ética profissional e na valorização da cultura guineense, rejeitando qualquer tentativa de colocar em causa a sua reputação.
"A minha carreira e o meu trabalho na música sempre foram pautados pelo respeito mútuo, pela ética e pelo profissionalismo. Não permitirei que o meu bom nome seja manchado por inverdades criadas para fins que desconheço", afirmou.
O artista aproveitou ainda para agradecer o apoio dos fãs e de todos aqueles que acompanham o seu percurso artístico, reafirmando que continuará dedicado à promoção da música e da cultura nacional. "A música, para mim, é um veículo de união e cultura, e manterei o meu foco em continuar a servir o público com a verdade e a dedicação de sempre", concluiu.
As declarações de Patché di Rima surgem depois de a dupla Iva e Iche, uma das mais emblemáticas formações da música guineense, ter manifestado publicamente a sua indignação, acusando o cantor de utilizar e interpretar obras do seu repertório sem autorização e apelando para que deixe de utilizar as suas composições.
Até ao momento, não há informação sobre qualquer processo judicial relacionado com o diferendo, permanecendo o caso restrito às posições públicas assumidas pelas duas partes.
JornalBetegb



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