Uma delegação de Chefes de Estado-Maior-General das Forças Armadas da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) chegou na tarde desta sexta-feira a Bissau para contactos com as autoridades de transição da Guiné-Bissau.
A missão pretende inteirar-se do andamento do processo de regresso à normalidade constitucional no país, quase sete meses após o golpe de Estado que interrompeu o processo eleitoral guineense.
Segundo fontes militares guineenses, a delegação é chefiada pelo Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas da Serra Leoa, Tenente-General Amara Idara Bangura, e integra igualmente os Chefes de Estado-Maior da Costa do Marfim, Nigéria, Gana e Senegal.
Até ao momento, não foi divulgada uma agenda oficial dos encontros previstos. No entanto, sabe-se que os responsáveis militares da CEDEAO deverão reunir-se com as atuais autoridades que exercem o poder na Guiné-Bissau.
A deslocação ocorre num contexto de acompanhamento da situação política guineense por parte da organização regional, que condenou o golpe de Estado de 26 de novembro do ano passado e exigiu o rápido regresso à ordem constitucional, bem como a libertação dos responsáveis políticos detidos após os acontecimentos.
Entretanto, Domingos Simões Pereira, líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), continua em prisão domiciliária, acusado de envolvimento na alegada tentativa de golpe de Estado ocorrida em outubro de 2025.
A visita dos Chefes de Estado-Maior da CEDEAO é vista como mais uma etapa dos esforços da organização para acompanhar a evolução da situação política e institucional da Guiné-Bissau.
Fonte: CFM
Redação: JornalBetegb
Segundo fontes militares guineenses, a delegação é chefiada pelo Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas da Serra Leoa, Tenente-General Amara Idara Bangura, e integra igualmente os Chefes de Estado-Maior da Costa do Marfim, Nigéria, Gana e Senegal.
Até ao momento, não foi divulgada uma agenda oficial dos encontros previstos. No entanto, sabe-se que os responsáveis militares da CEDEAO deverão reunir-se com as atuais autoridades que exercem o poder na Guiné-Bissau.
A deslocação ocorre num contexto de acompanhamento da situação política guineense por parte da organização regional, que condenou o golpe de Estado de 26 de novembro do ano passado e exigiu o rápido regresso à ordem constitucional, bem como a libertação dos responsáveis políticos detidos após os acontecimentos.
Entretanto, Domingos Simões Pereira, líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), continua em prisão domiciliária, acusado de envolvimento na alegada tentativa de golpe de Estado ocorrida em outubro de 2025.
A visita dos Chefes de Estado-Maior da CEDEAO é vista como mais uma etapa dos esforços da organização para acompanhar a evolução da situação política e institucional da Guiné-Bissau.
Fonte: CFM
Redação: JornalBetegb

Enviar um comentário