Os cinco jovens futebolistas guineenses que enfrentavam uma situação difícil em Dubai já têm garantido o regresso à Guiné-Bissau, graças à mobilização de várias personalidades ligadas ao futebol nacional e ao apoio do empresário desportivo Adilé Domingos Sebastião “Kabi”.
Segundo informações disponíveis, Kabi tomou conhecimento da situação através de um vídeo que circulava nas redes sociais e contactou imediatamente os seus parceiros do Al Ain FC, solicitando apoio para os atletas. O clube respondeu positivamente ao pedido e disponibilizou os bilhetes de avião necessários para o regresso dos jovens ao país.
A intervenção contou igualmente com o envolvimento de outras figuras do futebol guineense, permitindo pôr fim a um período de cerca de cinco meses de incerteza vivido pelos atletas. Os jogadores alegam ter sido levados para os Emirados Árabes Unidos por um suposto empresário, identificado como Saliu Sénior Indjai, de nacionalidade senegalesa, que lhes teria prometido oportunidades nos clubes Gulf United FC e Royal FC Dubai mediante o pagamento de cerca de dois milhões de francos CFA.
Segundo os relatos, os jovens acabaram por ficar sem contratos, sem apoio financeiro e em situação de vulnerabilidade, até serem acolhidos por Abulai Mané, presidente da Associação dos Filhos da Guiné-Bissau nos Emirados Árabes Unidos.
A situação gerou forte mobilização nas redes sociais e chamou a atenção de vários intervenientes do futebol nacional, contribuindo para a procura de uma solução para o caso.
O gesto do Al Ain FC foi amplamente elogiado e permitiu aos atletas regressarem à Guiné-Bissau, onde pretendem retomar as suas carreiras desportivas.
Importa referir que, segundo informações divulgadas, encontram-se aproximadamente cerca 12 jovens jogadores guineenses oriundos da Academia Fidjus di Bideras – TCB ligados ao Al Ain FC. Adilé Domingos Sebastião, fundador da academia, acompanha igualmente outros atletas que desenvolvem a sua formação e atividade futebolística nos Emirados Árabes Unidos, alguns dos quais se encontram de férias na Guiné-Bissau. O caso serve também de alerta para os riscos associados a falsas promessas e esquemas irregulares que afetam jovens talentos africanos em busca de oportunidades no futebol internacional.
Fonte: Malam Metá Dabó
Redação: JornalBetegb
A intervenção contou igualmente com o envolvimento de outras figuras do futebol guineense, permitindo pôr fim a um período de cerca de cinco meses de incerteza vivido pelos atletas. Os jogadores alegam ter sido levados para os Emirados Árabes Unidos por um suposto empresário, identificado como Saliu Sénior Indjai, de nacionalidade senegalesa, que lhes teria prometido oportunidades nos clubes Gulf United FC e Royal FC Dubai mediante o pagamento de cerca de dois milhões de francos CFA.
Segundo os relatos, os jovens acabaram por ficar sem contratos, sem apoio financeiro e em situação de vulnerabilidade, até serem acolhidos por Abulai Mané, presidente da Associação dos Filhos da Guiné-Bissau nos Emirados Árabes Unidos.
A situação gerou forte mobilização nas redes sociais e chamou a atenção de vários intervenientes do futebol nacional, contribuindo para a procura de uma solução para o caso.
O gesto do Al Ain FC foi amplamente elogiado e permitiu aos atletas regressarem à Guiné-Bissau, onde pretendem retomar as suas carreiras desportivas.
Importa referir que, segundo informações divulgadas, encontram-se aproximadamente cerca 12 jovens jogadores guineenses oriundos da Academia Fidjus di Bideras – TCB ligados ao Al Ain FC. Adilé Domingos Sebastião, fundador da academia, acompanha igualmente outros atletas que desenvolvem a sua formação e atividade futebolística nos Emirados Árabes Unidos, alguns dos quais se encontram de férias na Guiné-Bissau. O caso serve também de alerta para os riscos associados a falsas promessas e esquemas irregulares que afetam jovens talentos africanos em busca de oportunidades no futebol internacional.
Fonte: Malam Metá Dabó
Redação: JornalBetegb



Enviar um comentário