Numa publicação divulgada nas redes sociais, Domingos Simões Pereira afirmou que não pretende abandonar a luta política na Guiné-Bissau e reiterou o compromisso com o povo guineense.
Lisboa, Portugal.
O presidente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, reafirmou o seu compromisso com a Guiné-Bissau numa mensagem publicada nas redes sociais, após a sua chegada a Portugal para receber tratamento médico. Na publicação, o dirigente declarou que pretende regressar ao país assim que a sua situação o permitir, sublinhando que não pretende afastar-se da vida nacional.
"Eu sou guineense e continuarei, assim que possível, este combate... Eu não posso virar costas ao meu povo.", escreveu.
Domingos Simões Pereira acrescentou ainda que pretende respeitar os esforços desenvolvidos pelas autoridades que permitiram a sua deslocação ao estrangeiro para tratamento médico.
"Alguém trabalhou, as autoridades trabalharam... quero respeitar esse esforço que foi feito.", afirmou.
A mensagem foi divulgada poucas horas depois da chegada do líder do PAIGC a Lisboa, onde permanecerá para receber cuidados médicos especializados, na sequência da decisão da justiça militar da Guiné-Bissau que suspendeu, por 90 dias, a medida de prisão preventiva aplicada ao dirigente. De acordo com o despacho judicial, durante a permanência em Portugal, Domingos Simões Pereira deverá cumprir as condições impostas pela justiça, incluindo a proibição de exercer atividades político-partidárias.
A publicação gerou reações entre apoiantes e observadores da vida política guineense, num momento em que o país continua a acompanhar a evolução da situação política e judicial envolvendo o líder da oposição.
Redação: JornalBetegb
Lisboa, Portugal.
O presidente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, reafirmou o seu compromisso com a Guiné-Bissau numa mensagem publicada nas redes sociais, após a sua chegada a Portugal para receber tratamento médico. Na publicação, o dirigente declarou que pretende regressar ao país assim que a sua situação o permitir, sublinhando que não pretende afastar-se da vida nacional.
"Eu sou guineense e continuarei, assim que possível, este combate... Eu não posso virar costas ao meu povo.", escreveu.
Domingos Simões Pereira acrescentou ainda que pretende respeitar os esforços desenvolvidos pelas autoridades que permitiram a sua deslocação ao estrangeiro para tratamento médico.
"Alguém trabalhou, as autoridades trabalharam... quero respeitar esse esforço que foi feito.", afirmou.
A mensagem foi divulgada poucas horas depois da chegada do líder do PAIGC a Lisboa, onde permanecerá para receber cuidados médicos especializados, na sequência da decisão da justiça militar da Guiné-Bissau que suspendeu, por 90 dias, a medida de prisão preventiva aplicada ao dirigente. De acordo com o despacho judicial, durante a permanência em Portugal, Domingos Simões Pereira deverá cumprir as condições impostas pela justiça, incluindo a proibição de exercer atividades político-partidárias.
A publicação gerou reações entre apoiantes e observadores da vida política guineense, num momento em que o país continua a acompanhar a evolução da situação política e judicial envolvendo o líder da oposição.
Redação: JornalBetegb


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