No encerramento da conferência, realizada em Bafatá, Adulai Bá reafirmou o compromisso da organização com a defesa dos estudantes e apelou ao cumprimento da Agenda 2030 das Nações Unidas para melhorar a educação na Guiné-Bissau.
Bafatá, Guiné-Bissau
Terminou esta segunda-feira, em Bafatá, a V Conferência Nacional da Carta21 sobre o Sistema Educativo, encontro que decorreu entre os dias 25 e 27 de julho e reuniu representantes da sociedade civil, educadores e estudantes para debater os principais desafios da educação na Guiné-Bissau. Na cerimónia de encerramento, o Vice-coordenador Nacional da Carta21, Adulai Bá, defendeu que proteger os interesses da classe estudantil passa também por combater práticas que comprometem a qualidade do ensino.
Segundo o dirigente, é necessário enfrentar problemas como o consumo de drogas nas escolas, a falta de dedicação aos estudos e a compra de notas, prática que, afirmou, prejudica a credibilidade do sistema educativo.
"Não podemos defender os interesses dos alunos quando eles lidam com a droga nas escolas, quando não estudam os materiais fornecidos pelos professores e quando há compra de notas nas mãos de alguns docentes.", declarou.
Durante a sua intervenção, Adulai Bá apelou ainda ao combate ao assédio sexual no ambiente escolar e criticou a nomeação de diretores de escolas sem a realização de concursos públicos, defendendo maior transparência e mérito na gestão das instituições de ensino.
O vice-coordenador sublinhou igualmente que a Guiné-Bissau deve acelerar a implementação da Agenda 2030 das Nações Unidas, alertando que o país poderá ficar para trás caso não avance com reformas capazes de melhorar a qualidade do sistema educativo.
No encerramento da conferência, Adulai Bá reafirmou o compromisso da Carta21 em continuar a defender os direitos dos estudantes e a promover iniciativas que contribuam para uma educação mais inclusiva, transparente e de qualidade em todas as regiões da Guiné-Bissau.
A V Conferência Nacional da Carta21 terminou com o compromisso dos participantes de transformar as recomendações debatidas durante os três dias de trabalhos em propostas concretas para o fortalecimento das políticas públicas de educação.
Reportagem: Siaca Sissé
Bafatá, Guiné-Bissau
Terminou esta segunda-feira, em Bafatá, a V Conferência Nacional da Carta21 sobre o Sistema Educativo, encontro que decorreu entre os dias 25 e 27 de julho e reuniu representantes da sociedade civil, educadores e estudantes para debater os principais desafios da educação na Guiné-Bissau. Na cerimónia de encerramento, o Vice-coordenador Nacional da Carta21, Adulai Bá, defendeu que proteger os interesses da classe estudantil passa também por combater práticas que comprometem a qualidade do ensino.
Segundo o dirigente, é necessário enfrentar problemas como o consumo de drogas nas escolas, a falta de dedicação aos estudos e a compra de notas, prática que, afirmou, prejudica a credibilidade do sistema educativo.
"Não podemos defender os interesses dos alunos quando eles lidam com a droga nas escolas, quando não estudam os materiais fornecidos pelos professores e quando há compra de notas nas mãos de alguns docentes.", declarou.
Durante a sua intervenção, Adulai Bá apelou ainda ao combate ao assédio sexual no ambiente escolar e criticou a nomeação de diretores de escolas sem a realização de concursos públicos, defendendo maior transparência e mérito na gestão das instituições de ensino.
O vice-coordenador sublinhou igualmente que a Guiné-Bissau deve acelerar a implementação da Agenda 2030 das Nações Unidas, alertando que o país poderá ficar para trás caso não avance com reformas capazes de melhorar a qualidade do sistema educativo.
No encerramento da conferência, Adulai Bá reafirmou o compromisso da Carta21 em continuar a defender os direitos dos estudantes e a promover iniciativas que contribuam para uma educação mais inclusiva, transparente e de qualidade em todas as regiões da Guiné-Bissau.
A V Conferência Nacional da Carta21 terminou com o compromisso dos participantes de transformar as recomendações debatidas durante os três dias de trabalhos em propostas concretas para o fortalecimento das políticas públicas de educação.
Reportagem: Siaca Sissé

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