Presidente de Transição considera a consulta popular de 30 de agosto uma oportunidade para os cidadãos participarem na definição do futuro institucional da Guiné-Bissau.
O Presidente de Transição, Horta Inta-A, apelou à população guineense para participar de forma massiva, livre, consciente e ordeira no Referendo Constitucional marcado para 30 de agosto de 2026. Numa mensagem dirigida à nação e divulgada pelo Gabinete de Comunicação e Relações Públicas da Presidência da República, Horta Inta-A destacou a importância da participação dos cidadãos no processo de decisão sobre o futuro constitucional do país.
Segundo o Presidente de Transição, o referendo constitui uma oportunidade para cada guineense exercer o seu direito cívico de forma responsável e contribuir para a definição do novo quadro institucional da Guiné-Bissau. Na sua mensagem, Horta Inta-A associou o exercício do voto a uma responsabilidade cívica, defendendo que a participação dos cidadãos deve decorrer de forma consciente e pacífica.
“Votar é fazer ouvir a nossa voz”, afirmou o Presidente de Transição, colocando a participação eleitoral no centro da sua mensagem aos guineenses.
Horta Inta-A considera ainda que o escrutínio de 30 de agosto poderá representar uma nova etapa na vida institucional da Guiné-Bissau. Na sua perspetiva, o processo poderá contribuir para o reforço das instituições e para a construção de um país mais estável, unido e confiante no futuro.
Com a aproximação da data do referendo, a Presidência reforça o apelo para que os cidadãos exerçam o seu direito de voto de maneira responsável e ordeira.
O Presidente de Transição, Horta Inta-A, apelou à população guineense para participar de forma massiva, livre, consciente e ordeira no Referendo Constitucional marcado para 30 de agosto de 2026. Numa mensagem dirigida à nação e divulgada pelo Gabinete de Comunicação e Relações Públicas da Presidência da República, Horta Inta-A destacou a importância da participação dos cidadãos no processo de decisão sobre o futuro constitucional do país.
Segundo o Presidente de Transição, o referendo constitui uma oportunidade para cada guineense exercer o seu direito cívico de forma responsável e contribuir para a definição do novo quadro institucional da Guiné-Bissau. Na sua mensagem, Horta Inta-A associou o exercício do voto a uma responsabilidade cívica, defendendo que a participação dos cidadãos deve decorrer de forma consciente e pacífica.
“Votar é fazer ouvir a nossa voz”, afirmou o Presidente de Transição, colocando a participação eleitoral no centro da sua mensagem aos guineenses.
Horta Inta-A considera ainda que o escrutínio de 30 de agosto poderá representar uma nova etapa na vida institucional da Guiné-Bissau. Na sua perspetiva, o processo poderá contribuir para o reforço das instituições e para a construção de um país mais estável, unido e confiante no futuro.
Com a aproximação da data do referendo, a Presidência reforça o apelo para que os cidadãos exerçam o seu direito de voto de maneira responsável e ordeira.



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