cherno Quadé apela às famílias para registarem todas as crianças e lembra que o acesso à educação, saúde e cidadania começa com o registo civil.
Farim, 28 de junho de 2026
O coordenador da Candonga de Justiça e responsável pelo Grupo de Teatro de Oio (GTO) San-Bontche, Tcherno Quadé, defendeu que a deficiência não pode servir de motivo para impedir o registo de nascimento de uma criança, apelando às famílias para garantirem esse direito fundamental.
A declaração foi feita na tabanca de Sansacutotó, no setor de Farim, durante o terceiro dia da campanha de sensibilização sobre a importância e as vantagens do registo de nascimento.
A iniciativa é promovida pelo Centro de Acesso à Justiça (CAJ), com financiamento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), e integra diversas ações de sensibilização comunitária, incluindo a apresentação de uma peça teatral.
Segundo Tcherno Quadé, o Grupo de Teatro de Oio San-Bontche foi convidado a participar na campanha com o objetivo de reforçar a sensibilização da população através da arte, utilizando o teatro como ferramenta de educação e consciencialização social.
Na sua intervenção, o coordenador dirigiu uma mensagem aos pais e encarregados de educação, sublinhando que todas as crianças, independentemente da sua condição física ou mental, têm os mesmos direitos.
"Não escolham ninguém por ser deficiente. Todas as pessoas têm direito ao nome, ao Bilhete de Identidade e à cidadania. O registo de nascimento é a porta de entrada para a escola, para a saúde e para um futuro com mais oportunidades", afirmou.
A campanha pretende incentivar as comunidades a reconhecerem o registo de nascimento como um direito essencial e um instrumento indispensável para garantir a inclusão social, o acesso aos serviços públicos e a proteção legal das crianças.
Reportagem: Siaca Sissé
O coordenador da Candonga de Justiça e responsável pelo Grupo de Teatro de Oio (GTO) San-Bontche, Tcherno Quadé, defendeu que a deficiência não pode servir de motivo para impedir o registo de nascimento de uma criança, apelando às famílias para garantirem esse direito fundamental.
A declaração foi feita na tabanca de Sansacutotó, no setor de Farim, durante o terceiro dia da campanha de sensibilização sobre a importância e as vantagens do registo de nascimento.
A iniciativa é promovida pelo Centro de Acesso à Justiça (CAJ), com financiamento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), e integra diversas ações de sensibilização comunitária, incluindo a apresentação de uma peça teatral.
Segundo Tcherno Quadé, o Grupo de Teatro de Oio San-Bontche foi convidado a participar na campanha com o objetivo de reforçar a sensibilização da população através da arte, utilizando o teatro como ferramenta de educação e consciencialização social.
Na sua intervenção, o coordenador dirigiu uma mensagem aos pais e encarregados de educação, sublinhando que todas as crianças, independentemente da sua condição física ou mental, têm os mesmos direitos.
"Não escolham ninguém por ser deficiente. Todas as pessoas têm direito ao nome, ao Bilhete de Identidade e à cidadania. O registo de nascimento é a porta de entrada para a escola, para a saúde e para um futuro com mais oportunidades", afirmou.
A campanha pretende incentivar as comunidades a reconhecerem o registo de nascimento como um direito essencial e um instrumento indispensável para garantir a inclusão social, o acesso aos serviços públicos e a proteção legal das crianças.
Reportagem: Siaca Sissé

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