Enquanto é alvo de uma investigação por alegado envolvimento num esquema de branqueamento de capitais superior a R$ 800 milhões, empresário exibe nova residência na exclusiva costa atlântica da África do Sul.
Cidade do Cabo, África do Sul, 28 de junho de 2026
O empresário zimbabuano Wicknell Chivayo, investigado pelas autoridades sul-africanas por suspeitas de branqueamento de capitais envolvendo mais de R$ 800 milhões, voltou a chamar a atenção após se instalar numa luxuosa mansão avaliada em cerca de R$ 160 milhões, situada na prestigiada região da Costa Atlântica, na Cidade do Cabo.
Segundo informações divulgadas pela imprensa sul-africana, o imóvel oferece vista panorâmica sobre o oceano e integra uma das zonas residenciais mais exclusivas do país, conhecida por acolher empresários, celebridades e investidores de elevado património.
A mudança ocorre enquanto Chivayo permanece sob investigação da unidade especializada Hawks, que apura suspeitas de branqueamento de capitais relacionadas com contratos públicos no Zimbabué. O empresário nega qualquer irregularidade e, até ao momento, não foi condenado no âmbito do processo.
Nas redes sociais, imagens da nova residência rapidamente ganharam grande repercussão, alimentando debates sobre a origem da fortuna do empresário e levantando novas questões em torno da investigação em curso.
O caso continua a ser acompanhado de perto pelas autoridades sul-africanas, enquanto a investigação prossegue para apurar a origem dos recursos financeiros utilizados e eventuais ligações a operações ilícitas.
Até ao momento, os Hawks não anunciaram qualquer acusação formal adicional relacionada com a aquisição da propriedade, mantendo o processo sob investigação.
JornalBetegb
Segundo informações divulgadas pela imprensa sul-africana, o imóvel oferece vista panorâmica sobre o oceano e integra uma das zonas residenciais mais exclusivas do país, conhecida por acolher empresários, celebridades e investidores de elevado património.
A mudança ocorre enquanto Chivayo permanece sob investigação da unidade especializada Hawks, que apura suspeitas de branqueamento de capitais relacionadas com contratos públicos no Zimbabué. O empresário nega qualquer irregularidade e, até ao momento, não foi condenado no âmbito do processo.
Nas redes sociais, imagens da nova residência rapidamente ganharam grande repercussão, alimentando debates sobre a origem da fortuna do empresário e levantando novas questões em torno da investigação em curso.
O caso continua a ser acompanhado de perto pelas autoridades sul-africanas, enquanto a investigação prossegue para apurar a origem dos recursos financeiros utilizados e eventuais ligações a operações ilícitas.
Até ao momento, os Hawks não anunciaram qualquer acusação formal adicional relacionada com a aquisição da propriedade, mantendo o processo sob investigação.
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