Reunião de emergência antecede o prazo de 30 de junho fixado por grupos anti-imigração. Autoridades garantem que a aplicação da lei será feita sem recurso à violência.
Durban, África do Sul, 28 de junho de 2026 O Governo da província sul-africana de KwaZulu-Natal realizou uma reunião de emergência para avaliar a situação da imigração irregular e reforçar o plano de segurança antes do dia 30 de junho, data marcada por grupos anti-imigração como prazo para a saída voluntária de cidadãos estrangeiros sem documentação legal.
Durante uma conferência de imprensa realizada em Durban, o primeiro-ministro provincial, Thami Ntuli, afirmou que mais de 12 mil imigrantes em situação irregular já foram deportados ou repatriados pelas autoridades, acrescentando que o processo continua em coordenação com os serviços nacionais de imigração.
A reunião extraordinária do Conselho Executivo provincial teve como principal objetivo prevenir episódios de violência semelhantes aos registados em 2021, quando protestos e distúrbios provocaram dezenas de mortes e prejuízos económicos estimados em milhares de milhões de rands. As autoridades informaram ainda que centenas de cidadãos estrangeiros permanecem em centros temporários ou aguardam transporte para regressarem aos seus países de origem, enquanto o Governo procura acelerar os processos de verificação documental e repatriamento.
Apesar da crescente pressão exercida por movimentos que defendem medidas mais duras contra a imigração ilegal, Thami Ntuli apelou à calma e pediu que qualquer manifestação decorra dentro dos limites da lei.
"O Governo respeita o direito constitucional ao protesto pacífico, mas não permitirá qualquer forma de intimidação, violência ou perseguição contra cidadãos estrangeiros", declarou o governante. As forças de segurança foram colocadas em estado de prontidão para acompanhar as manifestações previstas para os próximos dias, numa altura em que aumenta a preocupação com possíveis confrontos entre manifestantes e comunidades migrantes.
O debate sobre a imigração irregular voltou a dominar a agenda política sul-africana nas últimas semanas, num contexto marcado pelo aumento das tensões sociais, protestos e denúncias de ataques contra cidadãos estrangeiros em várias localidades do país.
JornalBetegb
Durban, África do Sul, 28 de junho de 2026 O Governo da província sul-africana de KwaZulu-Natal realizou uma reunião de emergência para avaliar a situação da imigração irregular e reforçar o plano de segurança antes do dia 30 de junho, data marcada por grupos anti-imigração como prazo para a saída voluntária de cidadãos estrangeiros sem documentação legal.
Durante uma conferência de imprensa realizada em Durban, o primeiro-ministro provincial, Thami Ntuli, afirmou que mais de 12 mil imigrantes em situação irregular já foram deportados ou repatriados pelas autoridades, acrescentando que o processo continua em coordenação com os serviços nacionais de imigração.
A reunião extraordinária do Conselho Executivo provincial teve como principal objetivo prevenir episódios de violência semelhantes aos registados em 2021, quando protestos e distúrbios provocaram dezenas de mortes e prejuízos económicos estimados em milhares de milhões de rands. As autoridades informaram ainda que centenas de cidadãos estrangeiros permanecem em centros temporários ou aguardam transporte para regressarem aos seus países de origem, enquanto o Governo procura acelerar os processos de verificação documental e repatriamento.
Apesar da crescente pressão exercida por movimentos que defendem medidas mais duras contra a imigração ilegal, Thami Ntuli apelou à calma e pediu que qualquer manifestação decorra dentro dos limites da lei.
"O Governo respeita o direito constitucional ao protesto pacífico, mas não permitirá qualquer forma de intimidação, violência ou perseguição contra cidadãos estrangeiros", declarou o governante. As forças de segurança foram colocadas em estado de prontidão para acompanhar as manifestações previstas para os próximos dias, numa altura em que aumenta a preocupação com possíveis confrontos entre manifestantes e comunidades migrantes.
O debate sobre a imigração irregular voltou a dominar a agenda política sul-africana nas últimas semanas, num contexto marcado pelo aumento das tensões sociais, protestos e denúncias de ataques contra cidadãos estrangeiros em várias localidades do país.
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