Gabú, Os moradores da tabanca de Sintchã Ussâmane Cancumba, nos arredores de Cancissé, denunciaram a falta de acesso à água potável e a inexistência de uma escola na comunidade, uma situação que afeta diretamente cerca de 428 habitantes e compromete a saúde, a educação e o desenvolvimento local.
Segundo os residentes, a localidade não dispõe de qualquer sistema de abastecimento de água, obrigando mulheres, crianças e idosos a percorrer longas distâncias diariamente para obter água para consumo doméstico.
Em declarações ao jornalbetegb, Djenabu Baldé, porta-voz das mulheres da comunidade, explicou que os habitantes dependem de uma lagoa ou de deslocações para as localidades vizinhas de Cancissé, Canfaram e Guidali. “A nossa tabanca não tem nenhuma bomba de água. Quando precisamos de água para beber, cozinhar ou lavar, temos de recorrer à lagoa ou caminhar quilómetros até outras localidades”, afirmou.
A situação torna-se ainda mais preocupante em casos de doença, uma vez que a falta de água potável dificulta os cuidados básicos de saúde.
“Quando uma criança tem diarreia ou febre, recomendam-nos água potável. Mas conseguir essa água exige uma caminhada muito longa. É um sofrimento diário”, lamentou.
Além da escassez de água, a comunidade enfrenta outro desafio considerado grave pelos moradores: a inexistência de uma escola.
Sem infraestruturas educativas na tabanca, as crianças são obrigadas a percorrer vários quilómetros para frequentar as aulas em Cancissé, situação que contribui para o abandono escolar e reduz as oportunidades de aprendizagem.
“A nossa tabanca nunca teve escola nem professor. Muitas crianças desistem porque a distância é grande e chegam a casa cansadas e com fome”, denunciou Djenabu Baldé.
Outra moradora, identificada como "Farmarandim", reforçou a preocupação da comunidade.
“A maior dificuldade que enfrentamos é a falta de água e de escola. Algumas crianças caminham vários quilómetros todos os dias apenas para aprender a ler e escrever”, declarou.
Perante as dificuldades enfrentadas, os moradores lançaram um apelo ao Governo e aos parceiros de desenvolvimento para que sejam criadas soluções urgentes para a comunidade.
Entre as principais reivindicações estão a instalação de uma bomba de água ou furo moderno e a construção de uma escola de ensino básico para atender as crianças da localidade.
Os habitantes consideram que o acesso à água potável e à educação constitui uma necessidade fundamental para garantir melhores condições de vida e promover o desenvolvimento da comunidade.
Enquanto aguardam respostas, os moradores de Sintchã Ussâmane Cancumba continuam a enfrentar diariamente os desafios da falta de água e das dificuldades de acesso à educação.
Redação: Saliu Sandém
Segundo os residentes, a localidade não dispõe de qualquer sistema de abastecimento de água, obrigando mulheres, crianças e idosos a percorrer longas distâncias diariamente para obter água para consumo doméstico.
Em declarações ao jornalbetegb, Djenabu Baldé, porta-voz das mulheres da comunidade, explicou que os habitantes dependem de uma lagoa ou de deslocações para as localidades vizinhas de Cancissé, Canfaram e Guidali. “A nossa tabanca não tem nenhuma bomba de água. Quando precisamos de água para beber, cozinhar ou lavar, temos de recorrer à lagoa ou caminhar quilómetros até outras localidades”, afirmou.
A situação torna-se ainda mais preocupante em casos de doença, uma vez que a falta de água potável dificulta os cuidados básicos de saúde.
“Quando uma criança tem diarreia ou febre, recomendam-nos água potável. Mas conseguir essa água exige uma caminhada muito longa. É um sofrimento diário”, lamentou.
Além da escassez de água, a comunidade enfrenta outro desafio considerado grave pelos moradores: a inexistência de uma escola.
Sem infraestruturas educativas na tabanca, as crianças são obrigadas a percorrer vários quilómetros para frequentar as aulas em Cancissé, situação que contribui para o abandono escolar e reduz as oportunidades de aprendizagem.
“A nossa tabanca nunca teve escola nem professor. Muitas crianças desistem porque a distância é grande e chegam a casa cansadas e com fome”, denunciou Djenabu Baldé.
Outra moradora, identificada como "Farmarandim", reforçou a preocupação da comunidade.
“A maior dificuldade que enfrentamos é a falta de água e de escola. Algumas crianças caminham vários quilómetros todos os dias apenas para aprender a ler e escrever”, declarou.
Perante as dificuldades enfrentadas, os moradores lançaram um apelo ao Governo e aos parceiros de desenvolvimento para que sejam criadas soluções urgentes para a comunidade.
Entre as principais reivindicações estão a instalação de uma bomba de água ou furo moderno e a construção de uma escola de ensino básico para atender as crianças da localidade.
Os habitantes consideram que o acesso à água potável e à educação constitui uma necessidade fundamental para garantir melhores condições de vida e promover o desenvolvimento da comunidade.
Enquanto aguardam respostas, os moradores de Sintchã Ussâmane Cancumba continuam a enfrentar diariamente os desafios da falta de água e das dificuldades de acesso à educação.
Redação: Saliu Sandém

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